“Na frequência do Bem, a energia do Amor atua, interrompendo o desequilíbrio.”
A Bênção como Arquétipo

Arquétipos são energias originárias, símbolos que contêm informações, que conversam com o nosso inconsciente. Segundo Carl Jung, arquétipos são um conjunto de imagens primordiais, expressas por uma repetição progressiva de experiências, durante muitas gerações, independente da cultura, que vão ficar armazenadas no inconsciente coletivo. Este inconsciente coletivo vai influenciar a personalidade ditando padrões e escolhas, da mesma maneira que o inconsciente individual, sendo ambas as forças que determinam a experiência humana. ¹
1- (Do Livro “O homem e seus símbolos”- Carl Gustav Jung)
A Atitude de Bênção construiu uma profunda impressão de caminho de poder no inconsciente coletivo, fundamentada pelas palavras – o verbo – retratadas em algumas tradições espirituais, como algo que tem uma relação direta com um Poder Transcendente ou Universo ou Deus.
A Bênção atua como um arquétipo que nos coliga à Energia Originária do Bem.
A Bênção é atemporal e universal, independe de cultura social e tradição religiosa e é uma necessidade humana. Qualquer ser humano pode aderir a esta atitude e acessar em si, esta Informação do Bem.
Toda vez que abençoamos, saímos do circuito mente-ego e nos conduzimos à dimensão mais profunda em nós. toda vez que somos abençoados, sentimos que nos coligamos com um sentido de Bem Interno.
O Abençoar nos conduz a uma dimensão de Paz e à certeza de que não estamos sós nesta desafiadora trajetória de vida, porque pertencemos a uma mesma Família Universal. Abençoar é lidar com a Informação Originária do Bem, que está coligada ao Todo (Universo, Deus).
Por isto é que conceituamos a Bênção como arquétipo, pois, simbolicamente, nos remete a um fluxo de Bem. Quem quer que viva e aja inspirado por este Bem, favorecerá a si, ao outro e ao Todo.
